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IA corporativa

IA corporativa com governança: do uso solto ao uso que a empresa enxerga

Quando cada pessoa usa IA do seu jeito, ninguém sabe que dado saiu, quanto custou ou quem fez o quê. Os controles que mudam isso.

· ControlHub Labs

Em quase toda empresa a IA já chegou — só que pela porta dos fundos. Cada pessoa usa a ferramenta que achou, com a conta pessoal, colando no chat o que precisar para o trabalho andar: um contrato, uma planilha de clientes, um trecho de código.

Isso tem nome: shadow AI. E o problema não é as pessoas usarem IA. É a empresa não enxergar nada do que acontece.

Os sintomas do uso solto

Você provavelmente se reconhece em algum destes:

  • Ninguém sabe que dado saiu. CPF de cliente, dado financeiro e código proprietário vão parar em ferramentas que a empresa não contratou.
  • O custo não tem dono. Assinaturas individuais espalhadas, sem saber quem gasta quanto nem com qual modelo.
  • Cada um tem o seu prompt. O que funciona fica na cabeça de quem descobriu, e sai da empresa junto com a pessoa.
  • Não há trilha. Quando algo dá errado, não existe registro de quem pediu o quê.
  • A IA não conversa com os sistemas. Tudo passa por copiar e colar, porque ninguém autorizou uma integração.

Proibir não resolve — o uso só fica mais escondido. O que resolve é oferecer um lugar melhor para usar IA, com os controles que a empresa precisa.

Os controles que mudam o jogo

Estes são os controles que a ControlHub oferece hoje para quem leva IA para dentro da empresa.

1. Um lugar só, com os modelos que a empresa escolheu

O time conversa com os agentes da empresa, ou direto com os modelos, num chat interno. Os agentes podem usar 19 modelos de vários provedores, com roteamento automático para quem não quer escolher. Se a empresa já tem contrato com um provedor, pode usar a própria chave (OpenRouter ou OpenAI) em vez da nossa.

2. Dado pessoal não chega ao modelo

A redação de dados pessoais troca CPF, CNPJ, e-mail, telefone e número de cartão por marcadores como [CPF] e [EMAIL] antes de o texto ir para o modelo. O CPF passa pela conferência dos dígitos, para não confundir com qualquer sequência de números. É uma escolha do workspace: liga em Configurações → Privacidade, e você decide quais tipos redigir.

3. Cada documento com quem pode ler

A base de conhecimento classifica cada documento como público, interno ou restrito, e aceita controle de acesso por papel, por perfil ou por pessoa. A busca filtra o que a pessoa pode ver antes de montar a resposta — o agente não "resume" para alguém um documento que essa pessoa não poderia abrir. E documento com restrição explícita nunca é usado para responder em canal externo.

4. Perfis de acesso e login único

Perfis definem o que cada grupo pode fazer no painel. Nos planos Pro e Business dá para criar perfis próprios, além dos padrões. No Business, o login pode passar pelo provedor de identidade da empresa via SSO SAML.

5. Ferramentas com aprovação humana

Quando os agentes usam as ferramentas da empresa via MCP — Jira, GitHub, Google Drive, Slack e outras —, toda escrita espera aprovação de uma pessoa antes de rodar, e cada chamada fica registrada. Explicamos o mecanismo em Ferramentas MCP com aprovação humana.

6. Trilha e custo à vista

A auditoria registra quem fez o quê no workspace, e a retenção dessa trilha cresce com o plano. O Analytics mostra o custo por modelo e por agente — o gasto com IA deixa de ser uma soma de cartões de crédito individuais.

Como começar sem travar ninguém

  1. Escolha um grupo piloto que já usa IA por conta própria — é quem mais ganha com um lugar oficial.
  2. Ligue a redação de dados pessoais antes de convidar o time.
  3. Suba os documentos que o grupo mais consulta, já com a classificação certa.
  4. Crie um ou dois agentes para as tarefas que o grupo repete toda semana.
  5. Olhe o custo e a auditoria depois de duas semanas e decida o próximo grupo com dado, não com impressão.

Para falar sobre levar isso para a sua empresa, fale com a gente. Os planos e o que cada um inclui estão em Preços.